Abrace o erro

“O maior erro que um homem pode cometer é ter medo de cometer um”George Eliot

Não existe outra forma de aprender, se não pelo erro. Quando crianças, sabemos disso! E quando chegamos a uma certa idade colocamos uma fachada: “não posso errar”, “não posso cair”, “as pessoas não podem me ver falhar”.

Pesquisa feita por Simonton (1999) sobre a origem dos gênios como os cientistas e artistas mais famosos da história, aponta que as pessoas de maior sucesso são também as que mais vezes falharam. Não é coincidência que Tomas Edson, o cientista mais genial e produtivo da nossa era, é também o que mais errou. A pesquisa apontou, também, que Da Vinci e Michelangelo falharam muito.

Outro exemplo de uma pessoa que podemos descrever como um verdadeiro perdedor: ABRAHAM LINCOLN – o melhor presidente que os EUA já teve passou pelo caminho das falhas:

– Com 22 anos perdeu o emprego; – 23 anos tentou entrar para política e falhou; – 24 anos tentou voltar para o mundo dos negócios e falhou; – 27 anos teve um colapse nervoso; – 34 anos se candidatou para o congresso e perdeu; – 39 anos perdeu novamente; – 46 anos tentou o senado e perdeu novamente; – 47 anos, foi candidato a vice-presidência e perdeu novamente; – 50 anos, tentou o senado de novo e perdeu; – 51 anos se tornou o 16˚ presidente dos EUA.

Pessoas que “abraçam o erro” são mais felizes, têm mais sucesso, são mais calmas, tem melhores relacionamentos. Foi o que a Psicologia Positiva descobriu até aqui! Elas não estão se esforçando para manter uma fachada perfeita! São elas mesmas tentando aquilo que desejam alcançar, como a criança que cai e quer aprender a andar!

“Precisamos aprender a falhar, ou falhar para aprender”! Vale a reflexão.

Idoso e detalhes

O mundo se restringe para os idosos, mas cresce em abundância dos detalhes.

Como encarar o que não fizemos e o que não dá mais tempo de fazer pois o que nos resta, agora, é x tempo? Com a idade chegando, como conviver com a velhice?
Entenda pelo lado positivo.
– Estamos vivos pós pandemia e ganhar idade é ganhar um pouco mais de visão, uma visão mais calma, mais desacelerada, celebrando dia a dia a vida.
– Aí entra a gratidão: agradeça pelo copo d’agua, o banho que você tomou, agradeça por estar andando, levantando, se mexendo.
Permita-se ser humano, porque as rugas aparecem e está tudo bem; fazem parte do viver e viva da melhor forma possível como as vovós que fazem crochês, pintam porcelanas, passeiam, se divertem, cuidam dos pequenos detalhes da casa que é onde elas conseguem circular, se mexerem.
O mundo se restringe para o idoso – é fato, mas cresce na abundância dos detalhes. Enquanto isso, foque na gratidão, no positivo e passará tranquila pelas dificuldades da idade, aprendendo.

Emoções

“Emoções negativas intensificam quando tentamos reprimi-las. Ao invés de lutar contra elas permita que elas fluam por você.”

Então… nunca reprima uma emoção negativa. Cada emoção tem seu papel importante, seja raiva, tristeza, frustração, nojo, e até inveja que, apesar de ser feio de ser sentida é muito comum no ser humano.

Reconheça, incondicionalmente, todas as suas emoções e se dê permissão pra ser humano aprendendo a lidar com todas elas.

O futuro das profissões

Pesquisas apontam probabilidades de 700 profissões catalogadas serem substituídas por máquinas, ou seja, pela Inteligência Artificial.

E pasmem, o terapeuta recreativo está no número um para permanecer “vivo” profissionalmente, bem como as pessoas com habilidades manuais e musicais.

Pesquisas apontam três critérios para se ter chances nesse tempo futurista.
1 – percepção e manipulação: habilidades dos dedos, mãos.
2 – inteligência social: traquejo para lidar com massas, muita gente.
3 – criatividade: desenvolver novas habilidades, novos produtos. (grandes empresas serão de fundo de quintal).

FICA A DICA: a criatividade será o grande diferencial. Faça diferente. Leia, estude o tempo todo. Seja um aprendedor e educador.
“Seja a diferença que o mundo precisa”.

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Uma reflexão

Certo homem entrou em um vilarejo e procurou o mestre ancião e sábio do local. O visitante disse: “Estou resolvendo se devo ou não mudar para cá. Tenho a curiosidade de saber como é a vizinhança. O senhor pode me falar a respeito das pessoas que moram aqui?” O mestre respondeu pedindo ao homem: “Descreva-me o tipo de pessoas que moravam no lugar de onde você vem.” O visitante disse: “Oh, eram assaltantes, trapaceiros e mentirosos.” O velho mestre então declarou: “Imagine só. As pessoas que moram aqui são exatamente iguais.” O visitante deixou o lugarejo e nunca mais voltou.

Meia hora depois, outro homem chegou à aldeia, procurou o mestre sábio e lhe disse: “Estou pensando em mudar para cá. O senhor pode me descrever como são as pessoas que moram aqui?” Uma vez mais o mestre disse: “Diga-me que tipo de pessoas moravam no seu lugar de origem?” O viajante respondeu: “Oh, eram extremamente bondosas, delicadas, compassivas e amorosas. Vou sentir uma enorme saudade delas!” O mestre então declarou: “As pessoas que moram aqui são exatamente assim”.

Essa história nos faz lembrar de que as características que vemos com mais clareza nos outros existem fortemente em nós mesmos. Ninguém possui apenas qualidades positivas, e nem somos defeituosos por possuirmos atributos negativos.