Perdas afetivas e parentalidade

Nos tempos atuais ingressar em uma união é tão fácil quanto sair dela. Porém, quando existem filhos, ninguém pode simplesmente virar as costas e sumir. O fim da conjugalidade não põe fim à paternidade.

Se o par conjugal fracassou (pai e mãe), a parentalidade precisa ser preservada. O elo permanece mesmo que os genitores construam nova união. E, apesar da ruptura do vínculo jurídico entre os pais, a obrigação em relação aos filhos é inerente a esses pais.

São perdas afetivas para os filhos que não sabem o que aconteceu nem o porquê, de um dia para o outro, um deles não está mais presente em casa. Esse sentimento de perda e até de abandono, dói.

Adultos podem até trocar de par. E os filhos podem trocar de pais?

Pai é pai, mãe é mãe.

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