Mães solteiras “mães solo”

MAE e filha - mãe solteira

Nesse mundo que chamamos de moderno, mulheres ainda sofrem preconceitos por serem “mães solteiras”. E isso é uma lástima porque, mãe é sempre mãe e nunca existiu a categoria de mãe solteira!   Uma mulher pode ser feliz mesmo que não tenha constituído uma família tradicional. E muitas são as “mães solo”, incluindo as divorciadas que ficam sozinhas com seus filhos, passam por momentos de insegurança, desafios, medos e até pressão social e, no entanto, nunca desistem de ser felizes, de educar seus filhos, de torná-los cidadãos para o mundo.

Alguém já ouviu a expressão “pai solteiro”? Claro que não. Então, não podemos ignorar que, em pleno século XXI, o velado preconceito às mães solteiras é evidente, seja no momento em que elas se candidatam a um emprego e encontram dificuldades por serem mães solteiras, ou quando procuram por um relacionamento verdadeiro, um parceiro que a amará e a ajudará a criar o seu filho, – e muitos são os filhos, nos dias de hoje, que crescem com um só de seus progenitores!

Fato é que, a maior parte dos homens tem medo de se relacionar com uma mulher que já tenha filho, seja para não assumir o filho de outro, seja por medo da chacota de seus amigos, pelo receio de não saber qual o seu papel na educação da criança, ou ainda, por causa dos tempos atuais que os levam a um individualismo tamanho, que os faz enxergar o outro como um incômodo. Porém, esquecem que, quem ama de verdade jamais vai encontrar empecilho em um serzinho como uma criança.

Não podemos negar que há em nosso tempo uma cultura do provisório, do descartável. As pessoas passam de uma relação afetiva para a outra numa rapidez assustadora e esquecem, por vezes, que dessa relação nasceu uma criança que inspira cuidados, que precisa crescer ao lado de seus pais, que precisa de amor e de uma família. Criança alguma pode ser exposta ao abandono que comprometa seu desenvolvimento pessoal.

O que precisamos todos é de evoluir como sociedade, como seres humanos e promover o amor, a doação, a entrega, ou seja, amar verdadeiramente sem reservas e sem preconceitos.