
E se a estrada fosse mais livre, mais leve?… Livre de acidentes, excessos de veículos, entulhos, inocentes animais atropelados e largados pelas vias, luzes fortes ofuscando a visão de quem dirige seu veículo e também dos transeuntes que usam, para se locomover, seus prestativos pés!
E se os motoristas fossem mais educados?… Respeitando as faixas e placas sinalizadoras, dirigindo sem fazer uso de drogas, sem falar ao telefone – como o fazem sem nenhuma cerimônia – estariam respeitando a vida de seus companheiros de estrada e a sua própria. Não seria querer demais, e sim o natural, o certo, o mundo fluindo com mais leveza.
Viajantes ansiosos por chegarem ao seu destino e eis que, à frente, a consequência de um trânsito lento, ruídos de freios, apitos de ambulância, viaturas às pressas e, sem dúvida, o corpo de bombeiros fazendo seu triste serviço – resgate de vítimas de mais um acidente – consequência de um trânsito demasiadamente desenfreado.
Alguém vai chorar seu filho, seu irmão, seu parceiro, seu amigo, seu parente querido.
Triste, muito triste esse mundo apressado e sem leveza!
